A professora que organiza a coleção que inclui o "livro do MEC" também esclareceu o óbvio. O livro não ensina a "falar errado". Apenas valoriza a fala popular, num capítulo introdutório. Não diz que pode escrever desse jeito na prova.
É preciso deixar o Haddad de lado. Ao menos por enquanto. Qual é a bola da vez? O Palocci.
O ministro se achava. Estava crente que gozava de prestígio inigualável junto à imprensa livre. Coitado!... Sua súbita ascensão social está gerando reações iradas de todos os imparciais jornalistas que até ontem garantiam que ele era gente boa. Tudo em nome da moralidade pública, é claro.
A Imprensa global tem todo o direito e razão de especular sobre a repentina fortuna de Palocci.
Até mais porque se trata de um militante do Partido dos Trabalhadores. Quer dizer, em tese: defensor dos direitos e interesses da classe trabalhadora.
Amigo, Palocci vai mais uma vez com seus atos estranhos colocar o Governo numa saia justa. Da outra vez foi o caso do Francenildo, um trabalhador que teve seu sigilo quebrado.
Agora é consultoria, não se sabe para quem. Espero que ao menos tenha sido para Movimentos Sociais como o MST, Sindicatos, Centrais de Trabalhadores, captando recursos para o avanço da luta destas entidades, e não para banqueiros e afins.
Mas não parece ser o caso. Palocci afirma – citando ministros de FHC que ele em tese deveria abominar – que muitos deles viraram banqueiros.
Que bacana! Será que com esta declaração Palocci nos diz que ele também pode virar banqueiro? Se é assim o que faz dentro do PT e de um governo em tese , de defesa dos trabalhadores?
Que mania é essa que os companheiros presidentes tem de manter esta figura?
Eu , hein?!

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